
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Se assim for, temos sempre o direito de perguntar de onde vem isto que poderíamos chamar de “gramática da doença”, ou seja, este modo com que o saber transforma a doença em discurso pronto para ser lido e interpretado pelo olhar clínico. Discurso que se expressa em sintomas, nosografias, distúrbios, transtornos, síndromes e sinais vitais. Pois uma das ideias fundamentais de uma combativa tradição epistemológica do século XX, esta que tem nomes como Michel Foucault e Georges Canguilhem, consistiu em lembrar que a doença, o patológico, não tem gramática própria. A maneira com que ela fala depende da maneira com que organizamos o que há a ser visto e ouvido.
A princípio, tudo isto pode parecer muito abstracto e especulativo. Afinal, estamos acostumados a pensar que a configuração do nosso saber sobre a doença é resultado direito da eficácia em combater o sofrimento e em re-instaurar a saúde.
Lembremos, no entanto, o que tal perspectiva tem de ideológica (sim, a palavra é antiga, mas não deveríamos ter medo de usar velhas palavras). Pois é ideológico todo sistema de saber e de orientação da praxis que procura naturalizar seus dispositivos de justificação como se estivéssemos diante de “fatos que falam por si mesmo”. Neste sentido, podemos perguntar: afinal, o sofrimento é um “fato que fala por si mesmo” ou é um fenômeno que é levado a falar no interior de contextos sócio-históricos determinados? Podemos, por exemplo, tirar as conseqüências de afirmações como esta, de Foucault: “Desde o século XVIII, a medicina tem tendência a narrar sua própria história como se o leito dos doentes tivesse sido sempre um lugar de experiências constante e estável, em oposição às teorias e sistemas que teriam estado em permanente mudança e mascarado, sob sua especulação, a pureza da evidência clínica”. Na verdade, tudo se passaria como se : “Na aurora da Humanidade, antes de toda crença vã, antes de todo sistema, a medicina residisse em uma relação imediata do sofrimento com aquilo que alivia”[2][2]. Tal pressuposição de imediaticidade, no entanto, esquece como “o que nos faz sofrer” muda constantemente de configuração.
Poderíamos tentar dizer que a experiência da dor é algo que ancora o sofrimento em um solo inquestionável e indiferente a contextos. Mas, novamente, não seria difícil lembrar como não há nenhuma relação imediata entre a dor física e o desprazer de um sofrimento vivenciado como doença que leva sujeitos a se submeterem à clínica. Há dores que certos sujeitos procuram como quem procura a manifestação de uma espécie de auto-violência criadora. Basta lembrar aqui das palavras de um “psicólogo”, Nietzsche: “Só a grande dor, esta longa e lenta dor na qual queimamos como madeira verde nos obriga, a nós filósofos, a descer em nossas profundezas e a nos desfazer de toda confiança (...) Duvido que tal dor nos deixe melhor, mas eu sei que ela nos aprofunda”[3][3].
Se aceitarmos estas posições, temos diante de nós questões que guardam toda sua atualidade. Pois devemos sempre perguntar: o que está pressuposto em afirmações como “alguém sofre de Transtorno Obsessivo-Compulsivo”, “alguém sofre de Transtorno de Déficit de atenção e de Comportamento Disruptivo”, “alguém sofre de Transtorno do Desejo Sexual”? Dentre várias coisas, vale sempre a pena perceber como a doença é compreendida, nestes casos, como um fenômeno de funções órgãos tomados de maneira isolada. Por trás da constituição de patologias que permitem a constituição de diagnósticos e intervenções que privilegiam categorias pontuais, há a crença fundamental de que a doença nada mais é do que alguma forma de distúrbio, transtorno, déficit ou excesso que acontece no nível de funções e órgãos. Isto legitima uma prática que compreende a diferença entre normal e patológico como uma mera diferença quantitativa, como se os fenômenos patológicos fossem, no organismo vivo, apenas variações quantitativas de base fisiológica, o que o vocabulário do déficit expõe de maneira bastante clara.
Esta perspectiva, por sua vez, possibilita tanto uma clínica submetida à fisiologia quanto uma terapêutica que se submete de maneira praticamente sem limites à medicalização, já que ela é o caminho mais curto para a regulação de variações quantitativas de base fisiológica.. Pois, a doença aqui nada mais é do que um sub-valor derivado do normal. É a definição do normal como estrutura valorativa positiva que define o campo da clínica. Esta experiência clínica exige que o normal esteja assentado em um campo mensurável acessível à observação. Tal campo privilegiado é a fisiologia que aparece assim como fundamento para uma clínica que irá se orientar a partir dos postulados de uma anatomia patológica, ou seja, de uma anatomia fascinada pela procura da lesão de órgãos e tecidos como causa explicativa para o desvio da conduta.
Desta forma, a gramática das doenças de nossa época pode ser atomizada e quantificadora porque ela se submete a um ideal normativo assentado na crença na possibilidade de determinar o normal como estrutura valorativa positiva. Neste sentido, o discurso hegemônico das ciências médicas e médico-psiquiátricas da contemporaneidade não inovou. Na verdade, ele simplesmente reatualizou, como dizia Canguilhem, “uma espécie de dogma cientificamente garantido” a respeito da distinção entre normal e patológico que nos remeteu novamente ao século XIX.
Que o progresso científico apareça como um grande salto para trás, eis algo que não deveria nos impressionar, até porque não será a primeira vez que isto ocorre. Historiadores das ciências gostam de ver sua disciplina como a descrição de um irresistível progresso em direção a um espelhamento, cada vez mais acabado, do mundo e de suas propriedades, assim como a descrição de um aprofundamento reflexivo sobre os limites e desafios do fazer científico. Infelizmente, esta história é, muitas vezes, a descrição da consolidação de práticas de instrumentalização e controle ideologicamente orientadas. Neste sentido, é sempre bom lembrar que decisões clínicas a respeito da distinção entre normal e patológico são, na verdade, um setor de decisões mais fundamentais da razão a respeito do modo de definição daquilo que aparece como seu Outro (a patologia, a loucura etc.). Elas se inserem em configurações mais amplas de racionalização que ultrapassam o domínio restrito da clínica.
Fica, no entanto, a questão sobre a possibilidade de uma outra visão a respeito do que está em jogo na distinção entre normal e patológico, no que está em jogo na própria definição de “doença”. Neste sentido, é lastimável que teóricos da ciência como Georges Canguilhem sejam tão pouco lidos. O mesmo Canguilhem que afirmava: “Quando classificamos de patológico um sintoma ou um mecanismo funcional isolados, esquecemos que aquilo que os torna patológicos é sua relação de inserção na totalidade indivisível de um comportamento individual”[4][4].
Todo o trabalho de Canguilhem diz respeito à tentativa de mostrar que devemos compreender a doença não como uma variação quantitativa de um estado normal, mas como uma diferença qualitativa fundamental que atinge todo o organismo com a integralidade de seus processos e funções. Pois não haveria um único fenômeno que se realizaria no organismo doente da mesma forma que no organismo são. Canguilhem chega mesmo a afirmar que ser doente é, para o homem, viver uma vida diferente. Isto implica em assumir que a doença é a produção de novas normas de ajustamento entre o organismo e o meio ambiente; normas estas que, embora sejam vivenciadas como restrição do mundo e da capacidade de atuação do indivíduo biológico, podem, muitas vezes, ser o embrião do desenvolvimento de novos comportamentos. O que aparece como anormal é, em vários casos, o prenúncio de uma nova potência de normatividade em relação à vida. Daí esta definição surpreendente de Canguilhem: a saúde não é o ajustamento completo entre organismo e meio ambiente; ela é a conservação de uma margem de transcendência e de infidelidade do organismo em relação ao meio. Margem que permite ao organismo não sucumbir à primeira modificação do meio.
Não se trata, com isto, de continuar o velho debate entre causalidade somática e causalidade psíquica, entre organogênese e psicogênese. A posição de Canguilhem é mais radical pois assentada na pergunta: compreendemos bem um organismo biológico quando vemos nele apenas um feixe de funções e órgãos que se submetem a padrões gerais de mensuração e quantificação? Esta vida não seria apenas o exemplo de uma razão que se transformou em princípio de dominação e controle da vida, ou seja, naquilo que um dia Foucault chamou de biopoder? Se assim for, então o verdadeiro saber sobre a doença é indissociável de um impulso de politização da clínica.
[1][1] CANGUILHEM, O normal e o patológico, Forense Universitária, p. 76
[2][2] FOUCAULT, O nascimento da clínica, pp. 59-60
[3][3] NIETZSCHE, A gaia ciência - introdução
[4][4] CANGUILHEM, idem, p. 65
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
terça-feira, 5 de agosto de 2008
sexta-feira, 6 de junho de 2008
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Originalmente organizado no Rio de Janeiro, de onde vem o nome do evento, o Rock in Rio rapidamente se tornou um evento de repercussão mundial e, em 2004, teve a sua primeira edição internacional em Lisboa, Portugal. Em 2008, realizar-se-á a primeira edição em Madrid, Espanha.
Ao longo da sua história, o Rock in Rio teve 5 edições, três no Brasil e duas em Portugal. Em 2008, será realizado pela primeira vez em dois locais diferentes, Lisboa e Madrid, e há intenções de Medina em organizar uma edição simultânea em três continentes diferentes.Eu vou no dia 30 de Maio
- (23h45) - Lenny Kravitz
- (22h00) - Amy Winehouse
- (20h30) - Ivete Sangalo
- (19h00) - Paulo Gonzo
Como não poderia deixar de ser, tudo para ver a IVETE.
Adoro vê-la em palco, a energia que transmite.Aqui fica a minha música predilecta:
Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim
Ivete Sangalo
Composição: Herbert Viana
Meu coraçãoSem direção
Voando só por voar
Sem saber onde chegar
Sonhando em te encontrar
E as estrelas
Que hoje eu descobri
No seu olhar
As estrelas vão me guiar
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez perdesse os sonhos
Dentro de mim
E vivesse na escuridão
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez não visse flores
Por onde eu vim
Dentro do meu coração
Hoje eu sei
Eu te amei
No vento de um temporal
Mas fui mais
Muito além
Do tempo do vendaval
Nos desejos
Num beijo
Que eu jamais provei igual
E as estrelas dão um sinal
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez perdesse os sonhos
Dentro de mim
E vivesse na escuridão
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez não visse flores
Por onde eu vim
Dentro do meu coração...
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Uma alimentação equilibrada é vital à manutenção de um corpo saudável. Os alimentos são compostos por diversos elementos, sendo especialmente ricos em alguns deles. Há, portanto, que consumir a maior variedade possível, para fornecer ao organismo essas substâncias essenciais.Hoje depois da consulta que vou para ver se consigo perder uns kilinhos, vou ficar assim como esta da imagem.
É preciso é força de vontade... Ai que já não vou poder comer as coisas que gosto...
Tudo por uma boa causa!
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Amizade é um relacionamento humano que envolve o conhecimento mútuo e a afeição, além de lealdade ao ponto do altruísmo. Provavelmente o interesse dos amigos são parecidos, e demonstram, entre si, um senso de cooperação. Muitas vezes é baseada em comportamentos como:
- a tendência de desejar o melhor para o outro;
- simpatia e empatia;
- honestidade;
- lealdade.
Geralmente a amizade leva a um sentimento de lealdade entre si, ao ponto de colocarem os interesses do outro à frente de seu próprio interesse. Amizade resume-se em lealdade, confiança e amor, seja fraterno ou mais profundo e como Carl Rogers diz: "é a aceitação de cada um como realmente ele é".
Os amigos evitam ser sufocantes ao outro para que haja respeito nos direitos do outro e sufocá-lo com exigências corre-se o risco de perdê-lo.
A amizade pode ter como origem, um instinto de sobrevivência da espécie, e uma necessidade de proteger e ser protegido por outros seres da espécie. Faz parte da amizade, não exacerbar os defeitos do outro e dividir os bons e maus momentos.
Amizade
Alguns amigos se denominam "melhores amigos". Os melhores amigos muitas vezes se conhecem mais que os próprios familiares e cônjuges. Funcionam quase que como um "confessionário". Para atingir esse grau de amizade, muita confiança e fidelidade são depositadas.
Os amigos se sentem atraídos pelos outros pela forma que eles são e não pelo que eles possuem. As verdadeiras amizades tudo suportam, tudo esperam, tudo crêem e tudo perdoam pelo simples fato de existir entre eles o verdadeiro amor, também conhecido como amor philéo = amor de amigos.
Por muito que se possa explicar psicologicamente sobre a amizade e por muito que falem dela como um objeto científico e a estudem, a amizade é um sentimento que se deve preservar a todo o custo.
Eu e a minha Grande Amiga ana Soares temos conseguido manter esta grande amizade por mais de 18 anos já.
E no dia 3 de Maio selamos ainda mais esta Amizade, de uma forma que para mim foi muito muito especial. Fui a Madrinha de Casamento da minha amiga Ana.
A minha amiga agora é Ana Soares Brito. Correu tudo lindamente. Adorei.
Aos noivos muitas, muitas Felicidades, qualquer coisa está sempre aqui a madrinha.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
As prendas que recebi:Do Maridão, uns sapatos lindos de morrer da prof, uma camisola branca da Friday, uns All Star cor-de-rosa e uns brincos da CK.
Dos meus Pais, umas botas brancas da prof, uns sapatos lindo da prof também, um Fondue de chocolate em cascata e as Extensões que vou por hoje.
Dos meus Sogros um Cheque-prenda do Vasco da Gama.
Das Colegas do Centro de Saúde uma Mala Chique de Doer Branca da Friday e um Top preto também da Friday.
Ainda recebi de outra colega do Centro de Saúde uma Encharpe Rouxa muito gira.
Adorei tudo! Muito obrigada.
terça-feira, 22 de abril de 2008

28 anos
Estou velha...
Se fazer anos é ficar mais experiente, mais velho, mais entendedor do que se passa nas mentes e corações, se fazer anos é aumentar em um grau a apuração do gosto, é aprender a olhar para todo mundo nos olhos, é sentir que deu um passo adiante no caminho da evolução, é sentir o mundo mais próximo, é ver uma flor e não pisá-la – posto que as flores ficam mais visíveis aos mais maduros –, se fazer anos é pensar em construir mais que destruir, é pensar em amar mais que odiar, é viver mais agora do que ontem ou amanhã, é amar cada vez mais, é melhorar hábitos alimentares, é preocupar-se tanto com o corpo quanto com a mente e as emoções de forma mais equilibrada, se fazer mais anos é tornar-se mais paciente, mais aberto a críticas, mais sortudo, mais cheio de poucos e verdadeiros amigos, se fazer anos é completar velhos ciclos e abrir novos, se é ter novas experiências, se é amar mais as crianças, aprender a apreciar detalhes, entender um pouco melhor as intricações da vida e o valor dos gestos, se é entender mais do que seu corpo é capaz e aprender, com isso, a respeitá-lo mais, se é doar-se com mais generosidade ao mundo e às pessoas, se é aprender a olhar o outro com mais compaixão e para si mesmo com mais humildade, se fazer anos é não apagar, mas acender velas, iluminando corações, estradas, quartos solitários, se fazer anos é aprender a viajar mais, a comer melhor, a despir-se inteiro, se é aprender a ouvir música melhor, se é encontrar e reencontrar livros, se é festejar com os amigos queridos, se é um relacionar-se com seu objecto de desejo e amor com mais profundidade e entendimento, treinando a incondicionalidade do amor verdadeiro, se é ganhar presente, se é lembrar daquele cheiro de pamonha cozida, de São João no ar, se é viver de novo bainha na beira do fogão mexendo a canjica, as bandeirolas penduradas ao ar ao som de Gonzagão na vitrola de antes e no CD player de hoje, ah se fazer anos é tudo isso, eu quero mais é apagar muitas velinhas sim, sempre. E no meu mais novo recorde, que é ter 28 anos, eu quero é agradecer o carinho da vida por mim, essa vida que chamo de Deus, que chamo de vocês, meus parceiros evolutivos, que tão pacientemente têm-me provido disso tudo e de tudo o mais que eu sempre desejei, desde o início dos inícios. Por mim, hoje, não apague, mas acenda uma vela, uma luz no seu coração, e espalhe esse sentimento pelo mundo. Esse é o maior voto de felicidade que posso receber de vocês. Muita paz, anos, anos de vida a todos nós, e muita, infinda, felicidade!
terça-feira, 15 de abril de 2008
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Talk-Show com três horas de emissão, em directo, de Segunda a Sexta, das 14
às 17 horas. Apresentado por Júlia Pinheiro, este programa pretende criar uma
aproximação afectiva com os telespectadores da TVI dando a conhecer casos
de vida marcantes que possam de alguma maneira servir de exemplo, pela
positiva. As entrevistas a figuras públicas ou anónimos serão enriquecidas com
peças jornalistas de investigação e inúmeras surpresas preparadas para os
convidados presentes em estúdio.
A actualidade estará sempre na ordem do dia, ditando a escolha de temas
fortes e polémicos ligados às mais diversas áreas: saúde, educação, família,
sociedade, crime, cultura, politica e entretenimento.
As suas tardes nunca mais serão como dantes. A Júlia Pinheiro irá contagiar o
país com a sua energia, sensibilidade e boa disposição, dando a conhecer
histórias emocionantes e verdadeiramente surpreendentes.
Para além dos espaços de entrevistas, As Tardes da Júlia vão estar
recheadas de jogos e passatempos interactivos, actuações musicais e
divertidíssimos momentos de humor.
Não percam, vai ser o máximo!
sexta-feira, 7 de março de 2008
O Dia Internacional da Mulher é celebrado a 8 de Março.
O QUE SE PRETENDE COM A CELEBRAÇÃO DESTE DIA
Pretende-se chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher e levar a uma tomada de consciência do valor da pessoa, perceber o seu papel na sociedade, contestar e rever preconceitos e limitações que vêm sendo impostos à mulher.
Amanhã para mim para além do dia da mulher, faço 6 meses de casada, vamos comemorá-los no Algarve. Vamos lá passar o fim-de-semana.
Parabéns e um dia muito feliz a todas as mulheres.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
PARABÉNS!!!sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Segundo a versão mais conhecida. a comemoração teria se originado na Roma antiga, no século III.
O padre Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.
Além de continuar celebrando casamentos, ele casou-se secretamente, apesar da proibição do imperador. Tendo se recusado a renunciar ao Cristianismo, Valentim foi condenado à morte. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão.
Antes de partir, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado”.
Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte - 14 de Fevereiro - também marca a véspera de lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (deusa da mulher e do matrimónio) e de Pã (deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.
Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adoptada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o Valantine´s Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de Fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta da amada.

Na sociedade atual o chocolate possui uma característica interessante servindo como um substituto à linguagem no relacionamento humano, estabelecendo relação de comunicação de laços de amizade, solidariedade e amor. Dar uma caixa de bombons pode significar: "feliz aniversário", "boa viagem", "desculpe-me", "saúde" ou "estou apaixonado por você". Trata-se de um presente difundido no Dia dos Namorados.
o ChocoTelegram é a possibilidade de enviar ou oferecer directamente a alguém uma mensagem personalizada, em jeito de telegrama, de forma absolutamente original – em chocolate.
Enviam o seu ChocoTelegram a quem pretender, onde quer que esteja. Sempre de forma surpreendente, pessoal e… muito doce! E, em qualquer altura do ano, sempre em embalagem apropriada, através dos CTT Correios. Cada quadrado é uma letra, número ou símbolo. Os quadrados com letras ou outros caracteres são feitos com o mais delicioso chocolate de leite. Os quadrados sem nada inscrito, sobretudo para separar palavras, são em chocolate branco. ChocoTelegram é feito com o melhor chocolate belga, absolutamente irresistível… numa cremosidade e intensidade únicas que, aliadas à emoção do com ele se pode “escrever”, fazem desta, uma oferta sempre muito, muito, especial… Veja todos os caracteres disponíveis para poder construir o seu ChocoTelegram…
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Quem sabe esperar o bem que deseja não toma a decisão de se desesperar se ele não chega; aquele que, pelo contrário, deseja uma coisa com grande impaciência, põe nisso demasiado de si mesmo para que o sucesso seja recompensa suficiente. Há pessoas que querem tão ardente e determinantemente certa coisa, que por medo de perdê-la, não esquecem nada do que é preciso fazer para perdê-la. As coisas mais desejadas não acontecem; ou se acontecem, não é no tempo nem nas circunstâncias em que teriam causado extraordinário prazer.Jean de La Bruyére, in "Os Caracteres"
Esperar não é um perigo...
É um dom.
Apenas me resta
Saber esperar. Talvez 6ªf termine esta espera.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Este é o edificio onde trabalhei durante 4 anos.Como já tinha referido estou de pausa de contracto, espero voltar em breve, as listagens saiem 6ªf, e, estou a contar estar colocada.
Amanhã vou ter de lá ir. Para trabalhar, responder a um inquérito do Gabinete do Utente. Não gosto muito da ideia de ir trabalhar sem ter contracto, mas é só amanhã e não consegui dizer que não. Pelos 4 anos de serviço........!!!!!!!
R. Maria conceição costa, Edifício Centro de Saúde, São João da Talha2 695 São João da Talha
Tel.: 219959930
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Muitas felicidades.... muitos anos de vida....Espero que este dia se repita muitas e muitas vezes, e que cada ano que passa você não fique mais velho, fique mais experiente, mais vivido. Espero que Deus te ilumine e faça que você siga os melhores caminhos sempre.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
A Hidroginástica melhora a capacidade aeróbia, a resistência cardiorespiratória, a resistência e a força muscular, a flexibilidade e o bem estar geral, além de queimar muitas calorias - em média 400 Calorias em 1 hora
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Fragmentos de um Grande Segredo foram encontrados nas tradições orais, na literatura, nas religiões e filosofias ao longo dos séculos. Pela primeira vez, todas as peças do Segredo se juntam numa revelação incrível que transformará a vida de todos que o vivenciarem.
Com ele, você vai entender o poder oculto e inexplorado que está dentro de você, trazendo alegria a cada aspecto da sua vida.



